segunda-feira, 28 de junho de 2010

Quarto negro, escuro.

A cada dia que passa me vejo mais deslocado deste mundo. Bares, televisores e pessoas, não entendo mais nada. Me sinto enclausurado, mergulhado em sentimentos antigos. Disse adeus ao alcool com medo de se aflorarem e me atormentarem ainda mais. Parece que moro em uma mansão com muitos quartos espalhados, alguns até mesmo nunca visitados. A casa parece tão maior do que parece, empoeirado, o chao empoeirado, aos poucos são lavados pelas lagrimas que não consigo conter.
Chorar é bom mara o corpo e para a alma, talvez para aqueles que não sabem o que é a dor. Uma dor no espirito, um ferimento que não posso enxergar e que ainda não encontrei ajuda para trata-lo. Sem tratamento sinto que nunca ira se se curar, deixando marcas permanentes impossiveis de esquecer. Acordo todos os dias no mesmo quarto, escuro e negro, não pela falta de luz ou pela falta de cor, mas pela a ausencia de vida.
A cada dia dou mais um passo, sabe-se la Deus se é na direção certa. Deus, alguem que a cada dia que passa deixo de acreditar em ser uma consiencia que vigia por nós, impossivel enternder algo que prefere nos ver sofrendo em vida do que  oalivio em morte. Por isso a mente coletiva me agrda mais. Ironico não? Pensar em uma mente coletiva mergulhado na solidão.